Estudos apontam 16 benefícios essenciais do casamento para a sociedade

  • Embora haja uma crescente depreciação e desmoralização do valor do casamento por uma parte significativa da sociedade, felizmente estudos e pesquisas comprovam o oposto: que o casamento traz grandes benefícios para o casal, para as crianças e até mesmo para a sociedade de um modo geral. O fato de o relacionamento conjugal legal e legítimo ser, na maioria das vezes, um desafio não anula a relevância e os benefícios que essa união acarreta.

    Esta pesquisa, por exemplo, traz informações bastante significativas que demonstram a importância do casamento, não só para a família em si, como também para o desenvolvimento social. Abaixo você pode identificar alguns desses benefícios descritos em itens específicos.
  • O casamento e a saúde

    A pesquisa apontou que a maioria dos casais casados goza de mais saúde física, emocional e longevidade se comparados a solteiros ou casais cuja relação não é estável. Abaixo estão algumas dessas constatações descritas com detalhes:
    • Em média, os casais casados são mais saudáveis, felizes e desfrutam de uma vida mais longa do que pessoas que não se casam;
  • Os homens casados colhem grandes benefícios relacionados à saúde e comprometem intensamente sua saúde quando se divorciam;
  • Mães casadas têm menores taxas de depressão do que aquelas solteiras ou que não são legitimamente casadas, que apenas coabitam com seus companheiros. De acordo com a pesquisa, essa constatação ocorre principalmente porque na grande maioria dos casos, as mães casadas são mais propensas a receber apoio emocional e material dos pais de seus filhos.
  • O casamento e a prosperidade

    • De acordo com a pesquisa, a maioria dos casais casados legitimamente consegue prosperar financeiramente de forma mais efetiva do que pessoas solteiras ou casais que somente coabitam;
    • Os homens casados, de um modo geral, conseguem ganhar mais dinheiro do que homens solteiros. Essa pesquisa leva em consideração homens casados e solteiros com educação e história de vida semelhantes;
    • Mulheres casadas têm uma estabilidade econômica mais bem estruturada do que mulheres divorciadas ou que nunca se casaram.
  • O casamento e os filhos

    Essa pesquisa também destaca informações expressivas em relação ao desenvolvimento dos filhos, quando criados por seus próprios pais, em uma união matrimonial estável e legítima.
    • Geralmente, crianças criadas por seus pais casados são menos propensas a serem pobres e vivenciar constante insegurança financeira na família;
    • Além disso, elas têm uma tendência maior a permanecer na escola, e são menos propensas a ter problemas de comportamento e assiduidade. Na maioria dos casos, tais crianças alcançaram quatro graus de escolaridade;
    • Também são menos vulneráveis a doenças de natureza emocional, como depressão, e também a suicídio;
    • Aprendem a ter uma atitude positiva em relação ao casamento e tendem a construir seu próprio matrimônio visando a uma relação estável e duradoura.
  • O casamento e o crime/violência doméstica

    • Outra informação notável da referida pesquisa aponta que a maioria dos casos de violência doméstica ocorre com casais de namorados ou que coabitam, que não se casaram legitimamente. Os casos são significativamente menores entre mulheres casadas, em relação a mulheres solteiras ou divorciadas.
    • Homens casados são menos propensos a ter envolvimento com crimes do que os solteiros;
    • Garotos que cresceram em lares com somente um dos pais (pai ou mãe) têm maior tendência a se envolverem em comportamentos criminais ou deliquentes, do que aqueles meninos que foram criados por pai e mãe legitimamente casados.
  • O casamento e a sociedade

    • A instituição do casamento proporciona confiáveis condições econômicas, sociais e efetivas para uma educação eficaz;
    • As pessoas que se casam mudam seu estilo de vida de modo a desenvolver hábitos que as beneficiam individualmente, mas que acabam influenciando positivamente a sociedade;
    • Esses benefícios se estendem até mesmo para o capital social, sendo que o rendimento adquirido durante a vida em matrimônio se converte em desenvolvimento econômico, não somente para a família em si, como também para a sociedade de modo abrangente.